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Sanhaço
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Imagem 1. Área de Escavação 1. -
Imagem 2. Fragmentos cerâmicos identificados no sítio -
Imagem 3. Localização do sítio -
Imagem 4. Tipos de apêndices. -
Imagem 5. Decoração plástica tipo inciso -
Imagem 6. Decoração plástica tipo corrugado -
Imagem 7. Decoração plástica tipo ungulado -
Imagem 8. Decoração plástica tipo ponteado -
Imagem 9. Conjunto Cerâmico -
Imagem 10. Conjunto Lítico
Metadados
Miniatura
Nome do Sítio Arqueológico
Sanhaço
Sigla do Sítio Arqueológico
Área Arqueológica
Região Arqueológica
Terceira Região Arqueológica da Área Paranaíba (GO-Ca. - Catalão)
Zona Arqueológica
Ca.f
Estado
Município
Georreferenciamento
UTM: E 815.059 / N 8.179.525 (Fuso 22)
Mapa Georreferenciado
Descrição da Área
O relevo na área do sítio caracteriza-se por superfície de aplainamento, com grau de declividade moderada, associada à presença de drenagem perene, correspondente às fases cíclicas climáticas do período Terciário. Essas superfícies aplainadas tipificam o relevo regional/local, conhecido como chapada. A área encontrava-se desmatada, com remanescentes de cerrado e da mata-galeria. A cobertura vegetal apresenta manchas de capim, vegetação rasteira e ervas daninhas. No local verifica-se o uso de maquinário (arado), fator que deve ter contribuído para a má conservação dos testemunhos e das estruturas arqueológicas.
Área do Sítio Arqueológico (m²)
92.796
Descrição do Sítio Arqueológico
Sítio arqueológico pré-colonial, do tipo lito-cerâmico, instalado a céu aberto e classificado segundo a classe de conservação de sítios, como mal conservado. As intervenções na área de implantação do registro se caracterizaram por: furos de sondagem; coleta sistemática de superfície e abertura de áreas de escavação. O sítio arqueológico implanta-se na margem direita do Rio Corumbá em área de influência indireta (AII) do AHE Corumbá III. Compreende um assentamento a céu-aberto que sofreu alterações causadas pelo desmatamento e aragem do terreno. Considerando seu atual estado de conservação, o sítio arqueológico foi classificado como mal conservado.
Categoria
Unicomponencial | Pré-colonial | Lito-cerâmico
Sítios relacionados
Física: GO-Ca.108 Sítio Corruíra.
Cultural: GO-Ca.108 Sítio Corruíra.
Uso atual da área do Sítio Arqueológico
Área abandonada caracterizada por desmatamento total, com remanescentes de cerrado e de mata galeria, além de testemunhos de pastagem. A utilização anterior do arado contribuiu para a destruição dos testemunhos e estruturas arqueológicas.O sítio localiza-se na área de influência indireta do futuro reservatório do AHE Corumbá III. A utilização da área (desmatamento) contribuiu para o processo de modificação do lugar e do sítio arqueológico.
Água mais próxima e distância (m)
Córrego Forquilha (730)
Coletas e Intervenções Arqueológicas
Coleta de superfície | Corte estratigráfico | Escavação de Superfície Ampla | Planta baixa | Registro visual (fotografia e vídeo) e cartográfico | Sondagem
Descrição dos Conjuntos
O conjunto dos fragmentos cerâmicos compõe-se de 910 fragmentos cerâmicos e 20 líticos. Foram feitas diversas tentativas de remontagem dos vasilhames cerâmicos a partir do encaixe dos fragmentos, algumas peças remontadas constituem unidades de vasilhames, porém não foi possibilitada uma reconstituição total de um vasilhame.
Fragmentos/Peças/Conjuntos
Cerâmica
910
Lítico
20
Classificação Cultural
Tradição Tupi-Guarani
Informações Etnográficas/Arqueológicas
Na Área de Escavação 1 (AE1), com extensão de 3m de comprimento por 2m de largura, a decapagem foi realizada considerando o nível natural do terreno. O maior quantitativo de vestígios ocorreu no nível 1, de zero a 10cm. A partir do AE1 foram abertos dez furos de sondagem. A ocorrência de material, em alguns casos, foi verificada apenas em superfície, com ausência nas camadas subsuperficiais. A identificação dos vestígios, por meio dos furos de sondagem, direcionou a abertura das áreas de escavação seguintes. A área de Escavação 2 (AE2) foi aberta com 2m de comprimento por 1m de largura e atingiu até 20 cm de profundidade, quando ocorre camada arqueologicamente estéril. A Área de Escavação 3 (AE3) foi delimitada com 2m de comprimento por 1m de largura e atingiu 20cm de profundidade, pela mesma razão apontada para a AE2. A área de Escavação 4 (AE4) foi delimitada com 2m de comprimento por 1m de largura e atingiu 30cm de profundidade. O material arqueológico foi verificado até 10cm estando ausente nas camadas seguintes.
Fases
Não identificado
Datações
O material coletado não forneceu amostras o suficiente para datação.
Número de Registro
Cerâmica
07.202
Lítico
07.202
Estado de Conservação
Bom
Descrição de conservação
O material se encontra bem conservado.
Coordenador(a) do Projeto
Dra. Dilamar Candida Martins
Pesquisadores (as)
EQUIPE TÉCNICA-CIENTÍFICA DO PROJETO
Bolivar Quirino Martins – Agrimensor/Topógrafo
Cleomar Gomes Nogueira – Servidor Técnico
Dilamar Candida Martins – Arqueóloga
Ludimilia Justino de Melo Vaz – Esp. em Arqueologia
Nilton Ricetti Xavier de Nazareno – Engenheiro Cartógrafo
Paulo Borges Costa – Técnico em Videografia
Roberto Luiz Franco Bucci – Geógrafo
Rute de Lima Pontim – Arqueóloga
Sheila Dayan Gomes Beltrão – Gerente de Projetos
Veter Quirino Martins – Técnico em Fotografia
Weylla Bento de Oliveira – Letras
Tatyana Beltrão de Oliveira – Turismóloga
Estagiários
Luis Henrique Albernaz Sirico – Ciências Sociais/UFG
Rubens Villar Siqueira – Geoprocessamento – CEFET/GO
RELATÓRIO CONCLUSIVO
Textos
Profa. Dra. Dilamar Candida Martins
Editoração Eletrônica
Sheila Dayan Gomes Beltrão
Mapas
Nilton Ricetti Xavier de Nazareno
Fotos
Veter Quirino Martins
Desenhos
Ludimilia Justino de Melo Vaz
Gráficos
Tatyana Beltrão de Oliveira
Edição das fotos
Cleomar Gomes Nogueira
Traduções
Maurício Lopes
Processo SEI IPHAN
Portaria no 144, de 23 de julho de 2005, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Ano da Pesquisa
2006
Relatório do Projeto de Pesquisa
Projeto de Salvamento Arqueológico do AHE Corumbá III (PA-SALV-C/III)
Referências Bibliográficas
BUCCI, R. L. F. Relatório geoarqueológico. Sítio Fazenda Gameleira 1 (GO-Ca.110). Goiânia: UFG/MA/LabArq,
outubro de 2007.
COELHO, G. N. Arquitetura rural na região do Rio Corumbá no município de Luziânia. Sítio Fazenda Gameleira 1
(GO-Ca.110). Goiânia, outubro de 2007.
MARTINS, D. C. Sétima campanha de campo. In: Diário de Campo/Projeto de Salvamento Arqueológico do AHE
Corumbá III. Goiânia: UFG/MA/LabArq, maio de 2006.
MARTINS, D. C. Projeto de Salvamento Arqueológico do AHE Corumbá III (PA-SALV-C/III), I Relatório
Técnico- Científico Semestral, estado de Goiás. UFG/MA/LabArq, Goiânia/GO, 2006.
MARTINS, D. C. Projeto de Salvamento Arqueológico do AHE Corumbá III (PA-SALV-C/III), II Relatório
Técnico- Científico Semestral, estado de Goiás. UFG/MA/LabArq, Goiânia/GO, 2007.
Registros Fotográficos
Foto 1 - Localização do sítio; Foto 2 - Área de excavação 1; Foto 3 - Fragmentos cerâmicos identificados no sítio.
Objetos com potencial didático e expositivo
Conjunto Cerâmico: 07.202.893; 07.202.894; 07.202.896; 07.202.908 e 07.202.909.
Conjunto Lítico: 07.202.18; 07.202.19 e 07.202.20.
Forma de Entrada
Apoio Institucional
Doador/Pesquisador
Dra. Dilamar Candida MArtins
Coletor/Empresa
Data de entrada
2007
Responsável pelo preenchimento
Gustavo Furlaneto Silva











