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Ingá
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Imagem 1. Paisagem e material arqueológico. -
Imagem 2. mapa do sítio. -
Imagem 3. Desenho de base da coleção. -
Imagem 4. Conjunto Cerâmico -
Imagem 5. Conjunto Lítico
Metadados
Miniatura
Nome do Sítio Arqueológico
Ingá
Sigla do Sítio Arqueológico
Área Arqueológica
Região Arqueológica
Segunda Região Arqueológica da Área Tocantins (GO-Ni. - Niquelândia)
Zona Arqueológica
Ni.c
Estado
Município
Georreferenciamento
22L 808.542/ 8.481.491
Mapa Georreferenciado
Descrição da Área
O Sítio Ingá está situado na margem esquerda do Rio Tocantins, numa área pediplanizada formada por morros dissecados, com topo plano e vertente suave. Seu entorno é formado por serras de topo anguloso e vertentes de alta declividade alinhadas segundo uma direção NE. O arcabouço geológico é formado por seixos de xistos e quartzitos, situados num contexto de falhas, pertencentes ao Grupo Serra da Mesa.
Os solos encontrados na área são: solo podzólico de cor vermelha, textura areno-argilosa, coeso e compacto, e depositado sobre ele, solo aluvionar de cor marrom, não coeso, friável e com textura argilo-arenosa. O primeiro solo descrito é produto da alteração dos xistos da área e o segundo tipo foi formado às custas de um antigo terraço do Rio Tocantins.
Área do Sítio Arqueológico (m²)
Aproximadamente 114,58
Descrição do Sítio Arqueológico
Sítio lito-cerâmico, a céu aberto, classificado como destruído, situado à margem esquerda do Córrego Mutum,
afluente do Rio Tocantins pela sua margem esquerda. Os testemunhos que comprovam a existência de sítio arqueológico compreendem testemunhos cerâmicos e líticos. Encontravam-se dispersos na superfície do solo. A cerâmica caracterizou-se por fragmentos de vasos e o lítico por uma lâmina de machado e fragmentos detríticos.
Categoria
Unicomponencial | Pré-colonial
Sítios relacionados
Garapa GO-Ni.239
Uso atual da área do Sítio Arqueológico
Área privada
Água mais próxima e distância (m)
Córrego Mutum, 1 metro.
Coletas e Intervenções Arqueológicas
Descrição dos Conjuntos
33 objetos, sendo 30 fragmentos cerâmicos e 3 objetos líticos. A cerâmica foi classificada em parede, borda e base. As 28 paredes correspondem à maior parte do conjunto, com predominância de formas convexas (89,29%), seguidas por paredes côncavas, angulares e uma parede com furo de suspensão, cada uma representando 3,57%. Foi identificada uma borda, de forma direta, tipo simples e lábio arredondado, além de uma base convexa. Quanto à produção da cerâmica, a argila utilizada continha areia de granulometria média e grossa, predominando a areia grossa (63,33%). A principal técnica de manufatura identificada foi a roletada, presente em 20 fragmentos (66,67%). Os outros 10 fragmentos (33,33%) apresentaram fraturas irregulares, impossibilitando a identificação da técnica.
No lítico as matérias-primas utilizadas foram: anfibolito: 1 (33,3%); metaultramáfica: (33,3%); Quartzito: (33,3%). A amostra recuperada possui 3 peças (100%), distribuídas em: 1 fragmento/detrito (33,3%);
1 lasca bruta (33,3%); 1 machado lascado (33,3%).
Fragmentos/Peças/Conjuntos
Cerâmica
30
Lítico
3
Classificação Cultural
Sem classificação cultural determinada
Fases
Não se aplica
Informações Etnográficas/Arqueológicas
No sítio Ingá, no contexto de ocupação do Alto-Rio Tocantins, insere-se em sistema ambiental selecionado pelos indivíduos como seu espaço cultural. Dele foram retirados os recursos básicos para a manutenção do grupo e o estabelecimento de moradia, gerando entre si e os outros grupos relações socioculturais.
Datações
Não possui
Número de Registro
Cerâmica
00.093.001 a 00.093.030
Lítico
00.093.001 a 00.093.003
Estado de Conservação
Ruim
Descrição de conservação
Grau de integridade: menos de 25%, com fatores erosivos desenvolvido por ações pluviais
Coordenador(a) do Projeto
Dilamar Candida Martins
Pesquisadores (as)
CONSULTORIA
José Luiz de Morais
Arqueólogo – Museu de Arqueologia e Etnologia/ USP
ARQUEÓLOGA
Dilamar Candida Martins
Departamento de Ciências Sociais/Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia/ Museu Antropológico /UFG
ASSESSORIA CIENTÍFICA
Judite Ivanir Breda
Museóloga – UFG
EDIÇÃO DE TEXTO
Sheila Dayan Gomes Beltrão
Secretária Executiva Bilíngüe – PA-SALV-CB
EDIÇÃO DIGITAL
Nilton Ricetti Xavier de Nazareno
Engenheiro Cartógrafo – PA-SALV-CB
DIGITAÇÃO
Paulo Borges Costa
Digitador – PA-SALV-CB
Processo SEI IPHAN
Portaria n. 54/99 (Anexo ao contrato no 001/99 - CEM/UFG/MA).
Ano da Pesquisa
1999
Relatório do Projeto de Pesquisa
Projeto de Salvamento Arqueológico da UHE de Cana Brava/GO (PA-SALV-CB)
Referências Bibliográficas
MARTINS, D. C. III Relatório Técnico Científico do PA-SALV-CB, UFG/MA/LabArq, Goiânia, 1999, p.45
MARTINS, D. C. IV Relatório Técnico Científico do PA-SALV-CB, UFG/MA/LabArq, Goiânia, 2000, p.27
MARTINS, D. C. Relatório Técnico Científico Trimestral do PA-SALV-CB, UFG/MA/LabArq, Goiânia, (outubro/2000), p.108
MARTINS, D. C. VII Relatório Técnico Científico do PA-SALV-CB, UFG/MA/LabArq, Goiânia, 2001, p.52
Registros Fotográficos
Imagem 1. Paisagem e material arqueológico, Imagem 2. mapa do sítio, Imagem 3. Desenho de base da coleção.
Objetos com potencial didático e expositivo
Conjunto Cerâmico: 00.093.004; 00.093.006; 00.093.013; 00.093.014 e 00.093.020.
Conjunto Lítico: 00.093.001; 00.093.002 e 00.093.003.
Forma de Entrada
Apoio Institucional
Doador/Pesquisador
Dilamar Candida Martins
Coletor/Empresa
Data de entrada
1999
Responsável pelo preenchimento
Ronilson Silva






