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Cobra-coral
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PCH TABOCA ARQUEOLOGIA RELATÓRIO FINAL VOL 02
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PCH TABOCA ARQUEOLOGIA RELATÓRIO FINAL ANEXOS
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Imagem 1. Paisagem do sítio Cobra-Coral. -
Imagem 2. Vegetação local. -
Imagem 3. Foto áerea da localização do sítio Cobra-Coral. -
Imagem 4. Paisagem ao redor da área do sítio. -
Imagem 5. Área de afloramento de rochas -
Imagem 6. Atividade de prospecção. -
Imagem 7. Área de abertura de quadrícula. -
Imagem 8. Furo de sondagem. -
Imagem 9. Área de escavação 3. -
Imagem 10. Abertura de quadrícula e corte de verificação. -
Imagem 11. Atividade de escavção. -
Imagem 12. Metrial lítico in situ. -
Imagem 13. Visão ampla da área de escavação. -
Imagem 14. Mapa geomorfológico. -
Imagem 15. Equipe de laboratório. -
Imagem 16. Material resgatado do sítio em processo de curadoria. -
Imagem 17. Demonstração do uso da peça. -
Imagem 18. Demonstração do uso da peça. -
Imagem 19. Demonstração do uso da peça. -
Imagem 20. Demonstração do uso da peça. -
Imagem 21. Demonstração do uso da peça. -
Imagem 22. Amostra do Conjunto Lítico -
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PCH TABOCA ARQUEOLOGIA RELATÓRIO FINAL ANEXOS
Metadados
Miniatura
Nome do Sítio Arqueológico
Cobra-coral
Sigla do Sítio Arqueológico
Área Arqueológica
Região Arqueológica
Primeira Região Arqueológica da Área Paranaíba (GO-Ja. - Jataí)
Zona Arqueológica
Ja.c
Estado
Município
Georreferenciamento
E: 439.002m e N: 7.953.224m Fuso: 22
Mapa Georreferenciado
Descrição da Área
O GO-Ja.112 Sítio Cobra-coral situa-se na hidrografia regional do rio Verde e tem como canal fluvial mais próximo o próprio rio Verde, situado a 47m de distância da sua margem esquerda e a 900m da barra do ribeirão da Felicidade.
O sítio insere-se na geologia regional do Grupo São Bento/Serra Geral/Botucatu. A geomorfologia regional é caracterizada pelo Planalto Rebaixado do Rio Verde, no contexto do extremo norte do Planalto Setentrional da Bacia do Paraná, que se estende para o Sudoeste Goiano, com relevo caracterizado por extensos chapadões tabulares e formas tipificadas como cuestas. Destaca-se como a mais importante a cuesta do Caiapó, com front voltado para o interior da região de onde nascem os principais rios do Sudoeste Goiano, com destaque para o rio Verde.
O solo na área é o Latossolo Vermelho, arenoargiloso, compacto, profundo, onde se distribuem de forma aleatória os fragmentos e blocos de arenito exumados.
A fitofisionomia da área é marcada pela presença de mata galeria, cerradão e também por vegetação antrópica, com presença de pastagem cultivada.
O entorno do sítio caracteriza-se por ampla visibilidade, permitindo enxergar-se toda a superfície de aplainamento que particulariza o lugar, nas duas margens do rio Verde.
Área do Sítio Arqueológico (m²)
886 m²
Descrição do Sítio Arqueológico
O sítio foi instalado numa encosta de declive suave do interflúvio formado pelo ribeirão da Felicidade e uma pequena drenagem sem toponímia, na margem direita do rio Verde, com declividade ao redor de 15%.
A área apresenta grande concentração de fragmentos de rocha de tamanho variado, com predomínio do arenito silicificado e alguns afloramentos de basalto e lajeados. Essa característica indica que grupos humanos pretéritos aproveitaram dessa farta matéria-prima para a fabricação de objetos e artefatos líticos.
O sítio foi classificado como arqueológico pré-colonial, do tipo lítico, inserido na Classe B, correspondente a Sítio Bem Conservado, de acordo com a classificação elaborada por Morais et al., (1998).
O material arqueológico ocorre tanto na superfície quanto na subsuperfície do terreno, razão pela qual o sítio foi investigado por meio da prospecção e da escavação arqueológica.
Categoria
Pré-colonial | Lítico
Sítios relacionados
Sítios Raposinha (GO-Ja.114) e Mico estrela (GO-Ja.119)
Uso atual da área do Sítio Arqueológico
Propriedade privada, Fazenda Barra do Felicidade
Água mais próxima e distância (m)
Rio Verde (47m)
Coletas e Intervenções Arqueológicas
Coleta de superfície | Coleta de superfície sistemática | Cortes de verificação | Escavação de Trincheira | Estudo das camadas estratigráficas | Furos de verificação
Descrição dos Conjuntos
445 objetos líticos e mais um bloco (fraturado em duas partes), com sinais de raspagem - que foi registrado na área do sítio arqueológico, mas não foi possível comprovar se as insígnias presentes equivalem ao sítio.
Os 445 objetos líticos estão distribuidos em:
Detrito (9);
Fragmento (79);
Bloco (11);
Núcleo (2);
Lasca (176);
Lasca de descortiçamento (4);
Estilha (10);
Lasca utilizada (111);
Reentrância (18);
Faca (5);
Raspador (4);
Raspador de bico (1);
Furador (6);
Talhador (2);
Plaina (5);
Pré-forma (2).
Fragmentos/Peças/Conjuntos
Lítico
445
Classificação Cultural
Sem classificação cultural determinada
Informações Etnográficas/Arqueológicas
O GO-Ja.112 Sítio Cobra-coral foi indicado para a aplicação da prospecção arqueológica e da escavação, cujas técnicas que as caracterizam foram experimentadas em locais previamente estabelecidos. A escavação foi realizada nos sete cortes de verificação, os quais atingiram medidas de profundidade variada, sendo a distância máxima vertical 1,00m em relação ao volume entre as bordas e o fundo dos cortes.
Fases
Não se aplica.
Datações
Não se aplica
Número de Registro
Lítico
11.234.001 a 11.234.445
Estado de Conservação
Bom
Descrição de conservação
O estado de conservação do sítio foi classificado como bom em sua maioria.
Coordenador(a) do Projeto
Dilamar Cândida Martins
Pesquisadores (as)
Bolivar Quirino Martins – Agrimensor/Topógrafo
Dilamar Candida Martins – Arqueóloga
Ludimília Justino de Melo Vaz – Mestre em Cultura Visual ‐ Técnica em Arqueologia
Paulo Borges Costa – Técnico em Videografia
Roberto Luiz Franco Bucci – Geógrafo
Sheila Dayan Gomes Beltrão – Gerente de Projetos
Tatyana Beltrão de Oliveira – Turismóloga
Veter Quirino – Técnico em Fotografia
Weylla Bento de Oliveira – Especialista em Gestão Ambiental ‐ Técnica em Arqueologia
Luiz Henrique Albernaz Sirico – doutorando em Arqueologia (Pós‐Graduação em Arqueologia ‐ MAE/USP)
Lucas de Oliveira Rodrigues – Ciências Sociais /UFG - Estagiário
Processo SEI IPHAN
n° 01516.001924/2010-66
Ano da Pesquisa
2010-2011
Relatório do Projeto de Pesquisa
Arqueologia na sub-bacia do rio Verde: a Pequena Central Hidrelétrica Taboca (Projeto de Salvamento Arqueológico) e Plano de Educação Patrimonial (Relatório Conclusivo). Universidade Federal de Goiás/Museu Antropológico/Laboratório de Arqueologia, 2011.
Referências Bibliográficas
MARTINS, D. C. Arqueologia na sub-bacia do rio Verde: a Pequena Central Hidrelétrica Taboca (Projeto de Salvamento Arqueológico) e Plano de Educação Patrimonial (Relatório Conclusivo). UFG/MA/LabArq, Goiânia/GO, 2011.
Registros Fotográficos
Fotos de campo, paisagem e vegetação do sítio, conjuntos tipológicos e peças expositivas.
Objetos com potencial didático e expositivo
Conjunto Lítico: 11.234.084; 11.234.087; 11.234.088 e 11.234.091.
Forma de Entrada
Apoio Institucional
Doador/Pesquisador
Dilamar Cândida Martins
Coletor/Empresa
Data de entrada
2011
Responsável pelo preenchimento
Ian Paixão























