Cocar (adorno de cabeça) de estrutura flexível e formato circular aberto (semicircular), confeccionado sobre uma base de cordões de fibra vegetal trançada, terminando em alças longitudinais para amarração. Apresenta penas dispostas verticalmente de forma radiada em camadas sobrepostas. A face anterior exibe três faixas concêntricas de cores: a faixa interna (junto à base) é composta por plumas na cor azul escuro; a intermediária, por penas amarelas e laranjas; e a externa, por penas azuis com extremidades escuras. No topo (eixo central superior), projeta-se um penacho vertical com penas longas de coloração vermelha. A face posterior apresenta coloração predominantemente verde nas camadas externas, com pontas avermelhadas e amarelas na base do penacho superior.
Estruturalmente íntegro e estável. Apresenta preservação da rigidez das hastes, com discreto desalinhamento natural em barbas periféricas isoladas na face posterior.
Observações gerais
Fotografado por Patrícia Jorge (2026).
Assistente de fotografia: Isis Maria (2026).
Edição de imagens: Patrícia Jorge (2026).
Referências
Documentação comprobatória do ano de 1979.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Índios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
Situação
Localizado
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