-
Boneca(o)
- Voltar
-
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 2 MA -
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 3 MA -
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 4 MA -
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 5 MA -
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 6 MA -
Fotografado por Isis Maria (2026). 79.01.0139 - 7 MA
Metadados
Miniatura
Nº objeto
79.01.0139
Denominação
Boneca(o)
Denominação na língua materna
Autor (a)
Categoria de classificação Berta G. Ribeiro
Origem étnica
Autoidentificação
Descrição
Cerâmica estatuária composta por representação de embarcação, duas figuras humanas estilizadas. O objeto apresenta base plana de formato alongado com extremidades afuniladas, simulando uma canoa. Nas extremidades da embarcação, situam-se duas figuras humanas sentadas com as pernas flexionados e braços apoiados sobre os joelhos. No centro da embarcação encontra-se a representação de um jacaré, com quatro patas laterais e cauda estendida, apresenta pintura de faixas transversais pretas. As figuras humanas possuem modelagem de traços faciais, cobertura em pigmento preto no topo da cabeça que recobre o topo e a região posterior simulando o cabelo. O objeto possui pintura corporal com grafismos nas cores preta e vermelha.
Matéria prima
Data de entrada
1979
País de origem
Modo de aquisição
Compra
Intermediador(a) interno(a)
Informações etnográficas
No contexto de confecção das ritxoko existe sempre uma ceramista modelando uma figura e contando histórias do tempo antigo, rememorando as conquistas dos heróis fundadores, os conflitos com outros grupos étnicos e os mitos que constroem a identidade do grupo. Por isso, elas dizem que fazem as bonecas para ensinarem às crianças e aos jovens as histórias do povo Iny, para eles aprenderem a ser Iny. O formato, as decorações com o grafismo e os enfeites que as bonecas recebem indicam o gênero e a classe de idade. Representam ainda os rituais e os seres sobrenaturais. Atualmente, as principais representações das bonecas cerâmicas são: cenas do cotidiano do trabalho doméstico, pescaria, caçada, cuidados com as crianças, enterro, cenas de rituais, como o hetohoky, dança dos Aruanãs.
Referência: Iny Tkylysinamy Rybèna : arte iny karajá : patrimônio cultural do Brasil / Comunidades Iny Karajá ; organização, Nei Clara de Lima e Rosani Moreira Leitão. – Goiânia : IPHAN-GO, 2019.
Estado de conservação
Regular
Observações sobre o estado de conservação:
O objeto apresenta pequenas rachaduras, alguns pontos com risco, abrasão, perda e esmaecimento na pigmentação.
Observações gerais
As bonecas Ritxoko receberam do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, em 2012, o título de Patrimônio Cultural do Brasil. Elas estão inscritas como patrimônio imaterial em dois Livros de Registro: dos Saberes e das Formas de Expressão.
Fotografado por Isis Maria (2026). Assistente de fotografia: Patrícia Jorge (2026). Edição de imagens: Isis Maria (2026).
Referências
Documentação comprobatória do ano de 1979.
Iny Tkylysinamy Rybèna : arte iny karajá : patrimônio cultural do Brasil / Comunidades Iny Karajá ; organização, Nei Clara de Lima e Rosani Moreira Leitão. – Goiânia : IPHAN-GO, 2019.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
Situação
Localizado
Condições de reprodução de imagem
Para utilização das imagens é obrigatório a citação do autor da fotografia (informação no campo “Observações gerais”) e a propriedade do Museu Antropológico. Exemplo: Foto de ............. - Acervo Museu Antropológico/ UFG. O MA/UFG não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.








