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Borduna
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Metadados
Miniatura
Nº objeto
79.01.0417
Denominação
Borduna
Autor (a)
Categoria de classificação Berta G. Ribeiro
Origem étnica
Descrição
Arma contundente feita de madeira dura, talhada em um só bloco, espessando-se do cabo até a metade posterior, apresentando esta uma forma prismática de arestas agudas e corte transversal losangular. Com a extremidade basal pontuda e o cinto de separação ornado de fios de algodão pendentes em franja, com trançado de fibras vegetais (pode ser feito de lascas de taquari e cipó-imbé), formando grafismo com padrão losangular, nas cores preto e bege.
Matéria prima
Aldeia/ Comunidade
País de origem
Modo de aquisição
Compra
Intermediador(a) interno(a)
Estado de conservação
Regular
Observações sobre o estado de conservação:
Objeto estruturalmente íntegro, apresenta desgaste e rompimento dos fios de algodão e no trançado, possui fibras desprendidas na base do punho.
Observações gerais
Em texto publicado no Anuário das Atividades do Serviço de Proteção aos Índios de 1954, assinado por Cláudio e Orlando Villas-Bôas, indica-se que os Txukahamãi se autodenominam “Metotire”. Em laudo técnico publicado, Bruna Franchetto (1987) afirma que “Txukarramae” é a denominação pela qual os indígenas “Mekragnoti” são conhecidos. Também em laudo técnico, Eugênio Gervásio Wenzel (1998), assinala como sinônimos as denominações “Txukarramãe” e “Metuktire”.
Nenhuma das denominações possui página no site do Instituto Socioambiental (ISA).
Finalmente, constatou-se nas pesquisas que esse grupo está vinculado aos Kayapó. Nesse sentido, Franchetto (1987, p.121) assinala que a história desse povo “é complexa e deve ser vista do interior da história mais ampla dos Kayapó setentrionais”.
Referências
Documentação comprobatória do ano de 1979 e dossiê museológico do objeto.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
VILLAS-BOAS, Cláudio; VILLAS-BOAS, Orlando. Atração dos índios Txukahamãi. In: SERVIÇO DE PROTEÇÃO AOS ÍNDIOS (Brasil). SPI 195ª: Anuário das atividades do Serviço de Proteção aos Índios. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 1955. p. 79–88. Disponível em http://www.etnolinguistica.org/biblio:simoes-1955-spi1954.
FRANCHETTO, Bruna. Laudo antropológico – A ocupação indígena da região dos formadores e do alto curso do rio Xingu (Parque Indígena do Xingu). [S.l.], abr. 1987.
WENZEL, Eugênio Gervásio. Laudo Antropológico – Processo nº. 00.2533-0 – 1ªV. Parque Indígena do Xingu, Alto Xingu, 1998.
Fotografado por Marianna Danesi (2026)
Assistentes de fotografia: Patrícia Jorge (2026)
Edição de imagens: Marianna Danesi (2026)
Trabalho de fotografia e edição de imagens supervisionado por Mayara Monteiro e Lucas Yabagata (2026).
Situação
Localizado
Condições de reprodução de imagem
Para utilização das imagens é obrigatório a citação do autor da fotografia (informação no campo “Observações gerais”) e a propriedade do Museu Antropológico. Exemplo: Foto de ............. - Acervo Museu Antropológico/ UFG. O MA/UFG não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.







